Muitas vezes confundimos esses tipos de manchas e se elas nos incomodam corremos atrás de um tratamento para deixar nossa pele com outra apresentação.

Entretanto, é necessário que a mancha seja identificada para que tenhamos um resultado eficaz.

Vejamos:

  • Melanose Solar

A melanose solar, é típica em pessoas claras, está presente nas mãos, face e colo (áreas expostas ao sol diariamente) e não está necessariamente relacionada ao envelhecimento. Muitas vezes são chamadas de manchas senis, mas o fator desencadeante é o sol.

  • Sardas ou Efélides

As sardas (efélides) aparecem por causa do aumento do tamanho dos melanócitos,(células que fabricam o pigmento de nossa pele, a melanina). Essas manchas são de caráter hereditário. Elas não desaparecem e os tratamentos são apenas para deixá-las mais claras.

Estão muito associadas às mulheres ruivas, mas podem aparecer nas morenas também.

  • Fitomelanose

A fitomelanose, são manchas com manifestação alérgica causadas pelos sucos cítricos (laranja, limão) e posterior exposição solar. Seu clareamento ocorre de forma espontânea e gradativa.

  • Queratose Actínica

A queratose actínica é uma lesão causada em peles claras e em idades avançadas por exposição contínua ao sol, sendo considerada como lesões pré-malignas. Estão presentes na face, braços, mãos e no couro cabeludo (pessoas calvas).

De qualquer forma, o efeito cumulativo do sol, é o grande vilão para o aparecimento das manchas e o seu tratamento nem sempre é fácil.

Temos também um dos mais temidos por todos: O MELASMA!

Estamos acostumados a pensar em melasma sempre que uma mancha escura aparece em nosso rosto.

Esse é um tipo de melasma bem característico localizado na testa.

Temos o melasma generalizado, que é encontrado por todo o rosto.

Mas, como vimos existem outras manchas que não são melasma e muitas vezes são instituídos tratamentos inadequados, trazendo consequências para pele de difícil recuperação. Para uma explicação mais resumida, temos que lembrar os tipos e a forma que o melasma aparece.